Wednesday, March 21, 2012

As Finanças outra vez

(Ainda em versão humorística e não piegas)

Depois disto, e de quatro novas investidas, só me ocorre dizer que, afinal estes funcionários são pessoas com criatividade e QI muito acima da média. O filme é o mesmo... suspense, claro. O enredo muda a cada visita, assim como as personagens, à excepção da protagonista (excelentes acting skills, by the way). O final, inúmeras vezes afinado, cada vez mais trági... (cah-am)...cómico. 

Gravador... para a próxima levar um gra-va-dor.

Tuesday, February 21, 2012

A minha ida às Finanças em dia de Carnaval

(versão humorística e não piegas)

Dia de Carnaval, Repartição de Finanças às moscas. Cinco minutos de espera e o meu número está a apitar.
Sou atendida por um palhaço. Não é que não me apeteça chamar-lhe palhaço, mas este tinha mesmo caracóis azuis, nariz vermelho e laço às bolas envergado ao pescoço. Olhei em volta e vi vários, pelo que passei a estar no circo em primeira impressão. Pensei cá para mim... Estas pessoas têm humor! Ah, e tal, o Estado obriga-nos a trabalhar em pleno Entrudo, somos mesmo palhaços. Há humor nas Finanças. Sim, há. Que bom.

Segunda impressão: Não, não há humor. Quando estão dez palhaços dentro de uma repartição de Finanças, zangados e a reclamar uns com os outros, não há humor nem circo. Há um freak show, qualquer coisa sem sentido nenhum. Chega quase ao hilariante mas na verdade é deprimente e causa vergonha alheia. Para além disso, qualquer credibilidade que estes funcionários públicos possam ter, vai imediatamente pelo cano abaixo.

Terceira impressão: (E agora sim, começa o circo)

Eu - Fui notificada para pagar coisas, julgo que por engano. IRS 2009... Já verifiquei tudo e não encontro qualquer erro.
Palhaço constipado - Estou a perceber, deixe-me ver aqui no sistema. Isto está muito lento hoje...

A dar pelo número de cliques no rato, mesmo sem ver o monitor, aposto que o palhaço constipado estaria em simultâneo a jogar Solitário ou Mineswepper. Não sei o quão actualizado estará o Windows do Serviço público hoje em dia, por isso qualquer uma das duas hipóteses é válida. Continuando e longos minutos depois: 

Palhaço constipado: Ora bem, estou a identificar uma grande confusão. Realmente está tudo correcto nos seus documentos, embora o sistema diga o contrário. Terá de fazer uma reclamação. Tire a senha, primeiro andar.

Vivalma no primeiro andar, atendida em segundos.

Palhaça com cabeleira de banda - Então o que se passa é o seguinte: A senhora entregou a documentação correctamente, embora as empresas para quem trabalhou não o tenham feito. Está aqui um problemão.
Eu - Ah! E a multa sou eu que pago...
Palhaça com cabeleira de banda -Tem de ver no seu contrato com estas entidades o que lá está escrito.

(Silêncio prolongado)

Eu - Tenho aqui os meus recibos verdes.
Palhaça com cabeleira de banda - Sim. Mas nos seus contratos...
Eu - Repito. Tenho aqui os meus recibos verdes. Não há contrato...
Palhaça com cabeleira de banda - Pois... mas em 2009 os recibos verdes não estavam em sistema, não eram digitais, percebe?
Eu - Repito. Tenho aqui os meus recibos verdes. Tem fotocopiadora? Anexo à reclamação... Já me disse que estão bem preenchidos...
Palhaça com cabeleira de banda - Quer que lhe diga uma piada? Já excedi o meu limite de fotocópias hoje... mas eu tiro as cópias então...

Foi, portanto, um grande favor que a palhaça me fez. Tirar fotocópias em minha defesa.

Palhaça com cabeleira de banda - Bom, eu vou enviar esta documentação para a direcção. Mas se quer a minha opinião sincera, vai ter de acabar por pagar este valor... A não ser que consiga fazer com que estas 3 entidades alterem as declarações a seu respeito, porque realmente estão erradas. Só que o sistema não consegue ver o humano, só o número... (Isto sim, humor puro)
Eu - E considerando que uma destas três entidades já não exista? Fechou...
Palhaça com cabeleira de banda - Pois...
Eu - Tenho os recibos correctamente preenchidos e entregues e aqui está a prova. Não faria mais sentido serem as entidades a pagar esta diferença, dado que o erro foi delas?
Palhaça com cabeleira de banda - Está dizer-me que uma delas já nem existe!
Eu - (Silêncio prolongado)

Amanhã estou agendada com o palhaço-mor, vulgo sr. director da repartição. Que sorte.
Sinto um vazio ao equacionar comentar isto. Não consigo começar por ponta nenhuma.

A ver vamos...

Thursday, February 2, 2012

Ainda-está-agarrada-ao-pescoço #25

Como ser (quase) notícia de capa de revista em meia dúzia de horas, step by step.

Não será necessário juntar-se a qualquer evento do jet set. Os modelitos são caríssimos, make up e cabelos uma carga de trabalhos e o assunto de conversa tem de ser estudado dias antes. A grande novidade é que para se ser (quase) notícia basta trabalhar numa estação de televisão. Muito mais simples, não?
Depois, basta seguir os passos seguintes:

1. Arranje-se para um dia normal de trabalho, sem nenhum adereço extra para não chamar a atenção dos seus colegas. Entre com o pé direito e ar sereno.

2. Leve consigo um maço com poucos cigarros e assim que possível, faça com que os seus colegas se apercebam da situação, avisando discretamente quando pegar no último. Pode exclamar algo do género: "Oh! Tenho de ir comprar tabaco". Não se alongue muito nesta fase do processo pois pode levantar suspeitas.

3. Vá comprar cigarros com várias coisas na mão. Para que não pareça propositado, despenteie um pouco o cabelo e mantenha a sua secretária muito desarrumada, cheia de papelada por tratar. Depois, pegue numa "mancheia" de coisas e saia.
Aproxime-se da máquina de tabaco e coloque-lhe a dita mancheia em cima. Pegue no desbloqueador. Insira as moedas, retire o produto desejado e traga tudo de volta para a sua secretária, desbloqueador incluído. Atenção: Nesta fase não olhe para os lados e se alguém parar para conversar, deixe-se ficar apenas em breve cavaqueira. Não exagere pois pode deitar tudo a perder, caso apareça um novo cliente.

4. De volta à sua secretária, coloque tudo em cima da mesma, sem considerar qualquer tipo de organização visual. Assim passará despercebida.
5. O pior já passou. Sente-se agora confortavelmente e aguarde. Durante a hora seguinte ninguém irá conseguir adquirir cigarros na estação de televisão. Duas horas depois, a falta de nicotina fará com que alguém chame a segurança do edifício para resolver o sucedido. A segurança irá imediatamente inquirir transeuntes, ao deparar-se com um furto de tal calibre. Não chegará, obviamente, a conclusão nenhuma ficando apenas com uma solução de último recurso: a videovigilância. Estes indivíduos adoram acção e acontecimentos do género, portanto não é difícil. Para além do mais, isto vai fazer com que entre na terceira hora da ocorrência e que os ânimos se exaltem um pouco mais.

6. Quatro horas (e muitos rewind) depois da ocorrência, a segurança vai identificá-la nas imagens. É hora de se mostrar ocupada. Rodeie-se de telefones a tocar e despenteie-se novamente, mantendo sempre um ar despistado.
Nota: Normalmente nestes casos de extrema importância, será o responsável da segurança a assumir o comando. Não se deixe intimidar. Estas pessoas estão habituadas a todo o tipo de delinquentes e ao mínimo deslize, será desmascarada.

7. Encontrado o desbloqueador em cima da sua secretária, dá-se o flagrante. Não terá forma de negar o sucedido, muito menos de evitar olhares de terceiros e quartos. A acusação é grave, há que ter sangue frio. A sua deixa é: "Oh! Como é que esse objecto veio parar à minha secretária?" "Oh! Mas foi há muitas horas! Como é possível? Como me identificaram? Que grande trabalheira", ou algo similar, desde que diga muitos "oh" em cada frase. Limite-se a ficar surpreendia e esforce-se por corar. Até porque nunca lhe passou pela cabeça deixar uma estação inteira sem fumar durante horas... Longe de si! Lamente o sucedido e ria (nunca descontroladamente).

8.  Em seguida, faça com que um ou outro colega espalhe pelas redes sociais algo como: "Confirma-se. A videovigilância na estação de televisão tal tal funciona, mais uma marginal apanhada em flagrante", e incite os restantes a comentar, ironicamente, qualquer outra coisa como: "Vi-a sair algemada, uma vergonha". Basta portanto que crie uma pequena brincadeira entre colegas.

9. Deixe passar aproximadamente 30 minutos e a imprensa entrará em contacto com os responsáveis do seu local da trabalho, na tentativa de apurar quem terá sido afinal algemado e que tipo de assalto terá sucedido. Just like that. 

Está portanto, aqui explicada a receita para a quase notícia. Porém, faça cuidado para não brincar às pêjotas no dia seguinte.

Legenda: Pelo sim, pelo não, vamos tratar da ocorrência em condições, para que não se repita. (Sim, é uma guita à serviço público)


Qualquer semelhança com a realidade, é pura coincidência.

Tuesday, January 31, 2012

Ainda-está-agarrada-ao-pescoço #24

As olheiras do outro.

Acordar é provavelmente a tarefa mais árdua que faz na vida. (Continuo a não achar que "tarefa árdua" seja a melhor forma de o descrever, mas não me quis dar ao trabalho de descobrir o nome da patologia em questão). O mesmo se comprova pela observação cronológica e pormenorizada dos factos: ao longo dos anos, o uso de diferentes equipamentos (mais ou menos) tecnológicos, não conseguiu mais do que um caixote cheio de parafernália escondido na arrecadação. Recentemente e seguindo uma filosofia baseada na estratégia "tentativa-erro", acaba por encontrar uma solução eficaz. Estatisticamente falando, claro. Esta passa apenas por garantir que nada é alterado nas variáveis abaixo indicadas:

1. Dispôr de um despertador com coluna considerável e radio FM.

2. Dispôr de um telemóvel à cabeceira.

3. Dispôr de um outro telemóvel à cabeceira.

4. Ter o primeiro disposto a despertar com intervalos de 5 minutos.

5. Ter o segundo disposto a despertar também com intervalos de 5 minutos (com 2m30s de diferença horária para alternar com o primeiro disposto).

6. Sintonizar a Rádio Comercial, dando especial importância ao decibel. (Não é permitido revelá-lo publicamente mas garanto que o Parque da Bela Vista já ouviu similares)

7. Deixar passar 50 minutos. É tiro e queda.

Testemunhas oculares relatam que, no decorrer desta última fase do processo, têm alucinações durante a ducha, pois crêem veemente que Nuno Markl lhes está dentro da cabeça. Ele, o Sport Billy, um vinyl  da Cândida Branca Flor e às vezes o Alf. Alguns destes personagens chegam a provocar efeitos secundários durante o dia. "Senti que estava a tomar banho comigo, mais o Palmeirim, a Vanda Miranda e o Pedro Ribeiro. Éramos demasiados na banheira!"

Danos colaterais postos de lado, certo é que a estratégia funciona. Ou funcionava. Pois que como tudo o que é bom acaba, isto era bom mas acabou-se. E tudo com uma simples visita... do vizinho do lado.
Anos de estudo e aparece o vizinho do lado. Olheirento.

"Não queria incomodar mas... o seu despertador... fica a tocar durante muito tempo... e muito alto..."

Pausa para tradução: Tenho o Palmeirim, a Vanda Miranda e o Alf na minha cama todas as manhãs. Somos demasiados e não há espaço para tantos.

"Aos dias de semana ainda vá... acordo um bocadinho mais cedo. Mas ao fim-de-semana..."

Pausa para tradução: Ao fim-de-semana já não são tantos na minha cama mas ainda assim, não cabem.
Considerando o pobre vizinho, todos estes anos de trabalho acabam por ir ralo abaixo. O volume de todos os equipamentos passou a estar consideravelmente mais baixo e é obvio que que esta alteração se reflecte com alguma gravidade no quotidiano da pobre. Transtornos vários, até.
Tudo isto para deixar claro a Cristina Barata (nome fictício), que a culpa dos seus mais recentes atrasos não é propriamente sua. É do vizinho... claramente do vizinho. :)

Friday, December 16, 2011

rabanadas e attachements.

Wednesday, December 14, 2011

Couldn't happily agree more.

"É incrível a qualidade da chatice em que me meto".

Nuno Markl

Tuesday, December 6, 2011

Genialidades proferidas por condutores de taxi #4

The tropical cab

É um Dezembro quente, este. Diria mesmo tropical. De tal forma que o tejadilho já está aberto quando entra no veículo. Ao engano, ainda equaciona a necessidade de arejamentos temporários.

- Ora é para onde?
- Rua tal tal, nº44.
Metida a primeira e levantados uns quantos fios de cabelo, a única imagem que lhe ocorre é Carmen Miranda acenando aos fãs em pleno passeio ao longo de Copacabana. Com águas de côco e cenas. Mas Dezembro em Lisboa é bem mais tropics, nem se deveria colocar essa questão.

- Faz ideia de onde isso fica?
- Rua tal tal, nº44. (note-se que é daquelas que ouvimos diariamente nas informações de trânsito)
- Sim, sim... mas não estou a ver...
- Não sabe onde é a rua tal tal? - do fundo da corrente de ar, já engasgada com cabelos.
- Sei pois. Agora o número 44, não estou mesmo a ver...
- Hum. (Como quem diz: há uma rua que se sabe qual e há um número, o que falta perceber?)
- Não consegue informar-se melhor?
- Não sei se consigo dizer-lhe algo mais específico do que isto...

Tropical cab é encostado à beira de uma praça com colegas de profissão, o volume capilar acalma, embora em desalinho. Salta a pergunta pertinente:

- Rua tal tal, nº 44, sabe onde é?
- Ora... vai até à rua tal tal e procura o nº44.

(Pois.)

Arranca novamente em trópicos (é exagerado dizer que a garota já vai com os olhos raiados devido aos ciscos que entram veículo adentro, mas tem muito mais piada). Rua tal tal e nada de nº 44. Rua abaixo, rua acima a velocidade que não permite identificar a numeração, ainda insiste:

- Se me conseguisse dar uma outra referência, talvez fosse mais fácil. Não pode ligar a ninguém?

- Nevermind. Fico por aqui.

Sobrevivida ao El Nino, ao lado do nº 44, por coincidência.

E taxis descapotáveis, não? Seriam um sucesso nessa Lisboa dos Dezembros quentes...

Tuesday, July 26, 2011

Ah! O que é isto? #9



Uma secretária exemplar, step by step. (E não um dia descontrolado, desenganem-se)

1. The loud-annoying object part 1
2. Acessório a manter a determinada distância de segurança, principalmente nos dias em que os objectos nº 1, 10 e 24 se encontrem fora de si.
3. Uma colher de sopa para comer sopa. What else?
4. (Dado que temos dois pulsos) Outro acessório a manter a determinada distância de segurança, principalmente nos dias em que os objectos nº 1, 10 e 24 se encontrem fora de si.
5. Uma alheira de Mirandela, naturalmente.
6. Pendentes muitos.
7. Sardines on carvon (to be).
8. Uma garrafa de água vazia, depois de várias "Ah, que securas".
9. Uma garrafa de água cheia, pronta a saciar "Ah que securas" próximas.
10. The loud-annoying object part 2.
11. Os senhores que hão-de vir cá ter direitinhos.
12. Rita Ribeiro em pontas.
13. Soalho em tom cinza mesclado. Pantone #893894
14. a 23. Post it's vários (melhores que lamelas de Centrum)
24. The loud-annoying object part 3
25. Centrum por encetar.
26. "Sim, meu Coronel?"
27. Fita gomada com aparelho, fora do alcance de Cristina Barata.
28. O objecto mais disputado do dia.

Tuesday, July 12, 2011

Ainda-está-agarrada-ao-pescoço #23

Carnide Wild Tuning Festival 2011

Sucede o veículo primeiro sair em auxílio de veículo segundo, munindo-se de cabos e de algum orgulho por poder trocar finalmente de posto. Quer o destino que, por qualquer fatalidade, surja a necessidade de auxílio de um veículo terceiro.  É nestes casos que chegamos à conclusão de que a experiência é tudo. Nem a mais difícil proeza fica de fora do curriculum. Ases da estrada... ases!

Legenda: Podia ser uma concentração tuning mas não é. Apesar da presença de show girls, não havia som a bombar. A mim não me levam ao engano.

Monday, May 30, 2011

Ah! O que é isto? #8

A Pastilha do café que quer ir à sua vida, step by step.

Ah! O que é isto? #7

O caldo está entornado e não pode ser, step by step.

Ah! O que é isto? #6

Cerâmicas e vidros não são daqui, step by step.

Ah! O que é isto? #5

O invólucro da resma de papel e o seu destino, step by step.

Ah! O que é isto? #4

A derradeira garrafa e seu invólucro, step by step.

Ah! O que é isto? #3

O pacote de açúcar meio cheio e meio vazio.

Ah! O que é isto? #2

A garrafa de água abandonada, step by step.

Ah! O que é isto? #1

A embalagem de café vazia, step by step.

Tuesday, May 24, 2011

TVI Security Message

Versão portuguesa para breve, numa parede de escritório perto de si.
By Catraia®.

Monday, May 23, 2011

Comemorações

Aniversários aproximam-se e este ano o número é redondo. Não sei se é por isso que continuo tão indecisa com a escolha da cor das velas para o bolo.

Legenda: exemplares de 18 cm.

Tuesday, May 10, 2011

De: "Vários Problemas!" Para: "Boarding Pass"

Teste muito útil: O corte de cabelo do ano.

Friday, May 6, 2011

Ainda-está-agarrada-ao-pescoço #22

Vai ao eixo e traz um cabelo novo. Claramente o fim da linha.

Tuesday, May 3, 2011

Raid? Não, Maria Ferreira ®.

As oscilações climatéricas que temos presenciado nos últimos tempos estao a virar a vida de muita gente do avesso. Ou pelo menos eu quero acreditar que assim o seja, dado a minha habitação ter virado Jardim Zoológico do dia para a noite.

Primeiro sinal, ainda dentro da relativa normalidade, é o aparecimento de uma vulgar traça, esvoaçando sala fora. Nada de extraordinário ou que o farto catálogo da Staples não resolva.

Legenda: Farto catálogo da Staples a tentar resolver a situação.

Panadas mais tarde, situação nada controlada. Digamos que estou a ser meiga se relatar uma invasão de traças, porque já vi codornizes mais pequenas...  Alguma meia dúzia, qual "Silêncio dos Inocentes"... A passarada levanta voo e... como descrevê-lo? Badmington talvez seja o desporto que mais se aproxime, depois do ballet...


Legenda: A prova de que está pronta para integrar o Quebra Nozes.

Depois de Raids despejados e estratégias (muitas) falhadas, apenas uma codorniz pela janela fora.
É aqui que o relato começa a carecer de alíneas.

a) Maria Ferreira (nome fictício), detecta um insecto de nova espécie na habitação, a que vulgarmente chamamos de melga, embora já tenha visto libelinhas mais pequenas.

b) Enraivecida, levanta-se da cadeira em busca do catálogo da Staples.

c) Com toda a valentia, esmaga a libelinha contra a parede.

d) Orgulhosa do seu feito, volta a sentar-se na cadeira e começa a esbracejar exagerada e repetidamente. A codorniz havia sido esmagada por suas partes traseiras. Qual Xena a princesa guerreira, Raid noite sossegada, ou Dum Dum anti-traça com perfume de maçã verde... Esta mulher elimina os insectos do lar e sem prejudicar o ambiente. Esqueçam o resto, a sério.

e) Enquanto isso, a outra consegue atirar uma ou outra codorniz atordoada janela fora... mas a passarada não pára. Talvez a melhor opção seja a retirada estratégica para os respectivos aposentos, à porta fechada. Pois é aqui que se dá o maior pico de stress: mais uma codorniz vinda sabe-se lá de onde. Em fúrias, a outra deixa o farto catálogo da Staples e opta por novas armas de arremesso, aviando sapatadas já com o cabelo em desalinho. 

O resultado? A destruição em larga escala. A codorniz? Continua por aí. Humpf. A outra está desolada. Ainda assim, valeu-lhe a MariaFerreira®, produto eficaz que está a pensar lançar no mercado.


Legenda: Destruição em larga escala, no pós sapatada

"Isso às vezes é das batatas. Deita tudo fora, filha." Ela não está a perceber o calibre da bicheza...

Adenda muito bem lembrada por Vasco Soares (também nome fictício), decorrida em VFX: "Podes passar Maria... mas também, estás tão gorda..."

A rapariga até anda mais delgadinha... Bom, desde que vá esmagando traças...

Sunday, April 24, 2011

O Futebol aos 91 anos de idade e 66 de casamento


Sô Andrade (em momento de humor pleno): O Sporting consegue estar pior do que eu...
'na Zélia: Ó homem mas tu ainda andas com essa conversa? Agora o Sporting... Tu não vês que isso já morreu tudo? Irra 'Tónio, que é pior que uma doença...



(Priceless. Não tenho estudos para isto, mais uma vez)

Monday, April 11, 2011

Fogo-de-artifício pega fogo a vestido de Lili Caneças


Lili Caneças protagonizou, involuntariamente, Sábado à noite, um dos momentos mais caricatos do Baile da Rosa quando a cauda do vestido foi apanhada pelo fogo-de-artifício. "Pensei que ia morrer", diz.
A socialite foi das primeiras a atravessar a passadeira vermelha, mas não ganhou para o susto. Quando chegava à escadaria da Cadeia da Relação, no Porto, e posava para os fotógrafos, Lili Caneças foi surpreendida pelo rebentar do fogo de artifício preso no chão. O fogo atingiu a cauda do vestido de Lili Caneças, que pensou mesmo que "ia morrer queimada".
"Pensei que tinha chegado o meu dia. Mas isto foi uma chamada de atenção e quer dizer que a minha hora não chegou. Uma tia da minha mãe morreu assim e pensei que me ia acontecer o mesmo, pois o meu vestido é altamente inflamável", desabafou minutos depois do incidente. Valeu-lhe a pronta intervenção do repórter de imagem da TVI que, com os pés, lhe apagou o fogo que atingiu alguns dos folhos da criação Veste Couture.
O mais curioso é que já numa outra ocasião Lili tinha passado pelo mesmo, mas com o cabelo. Foi em Fátima, em Maio de 2009, onde foi para participar na procissão das velas. "No auge da emoção, as pessoas estavam agarradas a mim aos beijos e com as velas a queimarem-me o cabelo", disse então Lili ao 24horas. "Cheirava a carne queimada, como nos fornos crematórios", completou.
O Baile da Rosa é um evento solidário que decorreu no Porto e que premiou as carreiras de Alexandra Lencastre, Tony Carreira e Marco Paulo.
Fonte: DN Pessoas
 
Como diz a outra, não tenho estudos para isto.

Marco Paulo, acompanhante de Lili Caneças, em plena fuga, durante o incidente. "Não tenho jeito para bombeiro", reconhece. Qual 007...


Wednesday, April 6, 2011

Inspiring