Total Eclipse of the Heart - Literal version
Thursday, December 30, 2010
Saturday, December 25, 2010
Tuesday, December 21, 2010
Para vosotros,
uma valente gargalhada!
Caderneta de Cromos - Last Christmas
Vale a pena ouvir! (Um obrigada à Maria)
Caderneta de Cromos - Last Christmas
Vale a pena ouvir! (Um obrigada à Maria)
Thursday, December 16, 2010
Tuesday, December 14, 2010
Ainda-está-agarrada-ao-pescoço # 19
Não, espera... Nada de novo.
Ainda não.
Huuuum. Não.
Think, think, think...
Miúda-e-o-reboque-duvidoso-que-após-abalroar-algo-ao-cimo-da-rua-e-quase-se-despenhar-a-pique-por-ali-abaixo-reaviva-veículo.
E foi isto.
(Algo cansada de descrever episódios com veículos, baterias, cabos e afins)
Monday, November 29, 2010
Tuesday, November 16, 2010
Sempre a aprender
Nunca me tinha ocorrido que a utilização de laca no cabelo podia exercer um fortíssimo poder de atracção em insectos, nomeadamente em moscas.
Tuesday, November 9, 2010
Ainda-está-agarrada-ao-pescoço # 18
Miúda e a falhada tentativa de furto (a dobrar)
Campo de Ourique agoira o meu veículo. Não bastava o último episódio com crianças, chineses e ucranianos à mistura, pois tinha esta zona de Lisboa de agir de má fé comigo, novamente. Sigo calmamente em direcção ao veículo. Abro-o com o comando automático e sento-me ao volante. Chave na ignição e nada. Mais uma vez. Nada. Hum... O que se passa? Será que o volante está trancado? Bom, se não estava, passou a estar. Mais uma tentativa com a chave e nada. Olho para o banco do pendura e falta qualquer coisa...
Pensamento primeiro: o meu carro foi assaltado. Raios partam! Falta aqui um saco!
Reacção primeira: olhar para o banco de trás. Levaram o meu carismático tapete de quem toda a gente faz pouco. Mas... que chapéu de chuva é este?
Pensamento segundo: | Nada para apresentar |
Reacção segunda: Olhar novamente para a frente. Que chaveiro é este?
Reacção terceira: Salto para fora do carro e eis que a matrícula não é a mesma. Ok, este não é o meu veículo. Está estacionado 2 lugares à frente. E a porta deste que agora não fecha... Está tudo bloqueado... Porta, volante, fecho! Ainda levo com uma paulada na cabeça por tentativa de furto!
Saída à francesa, café algo longo em amena cavaqueira. Volto a entrar no veículo, desta vez mesmo no meu. Olho para o lado... Falta-me um saco... don't! Volto a Campo de Ourique, encosto lado a lado, abro o carro alheio, e voilá...
Demasiado... demasiado!
Saída à francesa, café algo longo em amena cavaqueira. Volto a entrar no veículo, desta vez mesmo no meu. Olho para o lado... Falta-me um saco... don't! Volto a Campo de Ourique, encosto lado a lado, abro o carro alheio, e voilá...
Demasiado... demasiado!
Thursday, November 4, 2010
Wednesday, November 3, 2010
Tuesday, November 2, 2010
Monday, September 20, 2010
Ainda-está-agarrada-ao-pescoço # 17
A Day to remember (from A to Z)
a) acorda em estado zen.
b) tratamento completo da casa, vulgo faxina. estado: zen
c) com tudo num brinco, sai de casa para tomar café. estado: zen
d) estampa-se redondamente no meio da rua por cálculo errado de distância entre degraus. estado: coxeando e não tão zen assim.
e) toma café em amena cavaqueira. estado: coxeando menos e com estado zen em recuperação.
f) de livrinho na mão, dirige-se ao metro para resgatar o veículo, parado há dias em Campo de Ourique. estado: Zen, novamente.
g) veículo não responde a pedido da chave na ignicão. Veículo não responde cerca de 15 vezes. estado: pico de stress.
h) SOS amigos. Parece que há um derby a decorrer nesta cidade. Humpf. Heroína numero 1 a caminho. estado: stress com níveis já controlados.
i) dirige-se ao estabelecimento oriental mais próximo, ainda que sem perceber nada de cabos de baterias... estado: a esperança é a última a morrer. Ok, existem cabos. Existem, aliás, varios. "Desculpe, preciso aqui de algum auxílio! E chinês que é chinês, vem explicar as características de seu produto: "Este e todo igual."
- Hum... Mas então porque têm voltagens diferentes e preços diferentes?"
- "É todo igual, dá para todos os calos".
- "Todos? Mas qual é a diferença das voltagens?"
- "Nenhuma, é só o complimento do cabo."
Ui. Percebe tanto do assunto quanto ela. O melhor é levar o da voltagem mais pequena, não vá o veículo explodir. Joguemos pelo seguro.
j) Chegada de heroína. Carros parados em paralelo. Transito cortado. Cabos, ok. 2 Veículos, ok. E como se mete isto a funcionar? Manda-se parar o carro de trás, claro. What else? Saem prontamente dois ucranianos que lhe passam uma crianca para os braços sem mais nem menos. Mangas arregacadas e aqui vai disto. Voyeur brasileiro no campo de visão. estado: confiante.
To be continued.
Sunday, August 8, 2010
Nota: Os microfones com fios
Os microfones com fios deviam definitivamente voltar à moda no meio musical. Só para que os artistas desta vida pudessem de novo e com muito estilo, agarrar em cabos com a mão, (sempre com ligeira folga) enquanto cantam. Há também espaço para aqueles que optam, com muito charme, por prender o cabo na presilha da calça.
Friday, August 6, 2010
Ao Parque de Estacionamento do El Corte Inglés
Já fazia todo o sentido a entrada do parque em loop. Nunca me tinha apercebido das lombas. Pessoas precavidas, estas. Não vá um automobilista entrar em velocidades loucas e excessivas por ali a dentro, em carrossel. Já basta a concentração para tentar subir ou descer...
Como diz a outra, só faltava colocarem um radar a meio da rampa!
Como diz a outra, só faltava colocarem um radar a meio da rampa!
Thursday, July 29, 2010
Friday, July 23, 2010
Freakshow na Repsol
Indivíduo espanhol desloca-se aos esses na minha direcção.
- Para España? - muito arrastado.
- Tem de fazer inversão e seguir pela A1. Mas depende da fronteira que quiser atravessar.
- No te comprendo.
- O meu espanhol não é dos melhores. - (não que tenha feito grande esforço, mas bolas, estamos em Portugal).
- Pero hay algun problema? Si tu eres portuguesa yo puedo ser español, no? - ainda a arrastar-se nos pês e esses em tom agressivo (e estou a ser simpática).
- Não é nada disso. (Sempre apaziguando) Para Espanha, pode ir pela A1, depois A23 e passa a fronteira em Vilar Formoso.
- Pero donde esta la placa con España?
- Isso não sei.
- No hay? Como no? Una placa? España? Solo quero ir para España! (subindo um pouco o decibel, como se eu não estivesse a perceber.
- Não há placa, mas eu expliquei-lhe o caminho. Sempre pode comprar um mapa daqueles.
Depois de um "humpf" muito mal disposto e de ripostar qualquer coisa como "la simpatia portuguesa...", o indivíduo vira-me as costas e desloca-se na direcção do balcão, ainda aos esses. Coloco-me na fila e ele pergunta novamente pela placa que diz Espanha. Ora perguntado desta forma, a coisa podia correr mal! Prestável, a menina da Repsol, desenha-lhe um mapa com a indicação para a Praça de Espanha. Nem abri a boca. Deixai-o ir.
Thursday, July 15, 2010
Maldita fracção de segundo
Surpresas matinais são sempre bem-vindas, mas para a de hoje acontecer foi precisa uma grande conjugação de factores. Ei-los:
Factor 1: Estar calor.
Factor 2: Estando calor, uma pessoa leva o vidro da frente aberto.
Factor 3: O carro da frente parar bruscamente.
Factor 4: A rega automática estar ligada.
Factor 5: A rega automática estar ligada e não funcionar correctamente, encontrando-se direccionada para a estrada em determinados ângulos da sua rotação.
Factor 6: O movimento de rotação estar precisamente a passar na minha direcção aquando da travagem brusca.
Factor 7: Eu olhar exactamente na direcção do esguicho.
Factor 8: Na Rádio Comercial, um momento eloquente da Caderneta de Cromos, fazer com que solte uma valente gargalhada na precisa fracção de segundo em que se conjugam todos estes factores.
Foi qualquer coisa como: Crssh, crssh, crssh... Schloooooooof, mesmo na tromba.
Monday, June 21, 2010
Wednesday, June 16, 2010
Uma e outra que iam à feira
Uma ao volante e outra em co-piloto, novamente. Considerada a possibilidade de visitar a feira de quinquilharia do bairro de uma, estacionam a viatura nas traseiras da igreja. Feira visitada em pouco mais de 10 minutos, com o El Niño ao largo, pouco agradável, por sinal. Regresso à viatura, agora bloqueada por um carro funerário, com cerca de várias pessoas à espera da sua chegada para dar início ao velório. Fazê o quê? Aguardar que levem o caixão, né?
Wednesday, June 9, 2010
Deambulação sobre os Cornichones
Depois de prolongada e literal deambulação sobre um frasco de Cornichones comprado numa qualquer loja indiana, eis que tenho apenas duas coisas muito simples a dizer:
1: Um cornichone não passa de um mini pepino armado em esperto, que lá por ser pickle, cria um alter-ego chique. Cornichone é palavra francesa normalmente utilizada pelos ingleses... Chique, muito chique.
2: Fabriquem, por favor, embalagens de abertura fácil.
Obrigada.
1: Um cornichone não passa de um mini pepino armado em esperto, que lá por ser pickle, cria um alter-ego chique. Cornichone é palavra francesa normalmente utilizada pelos ingleses... Chique, muito chique.
2: Fabriquem, por favor, embalagens de abertura fácil.
Obrigada.
Friday, June 4, 2010
Uma e outra que iam tomar café
Uma e outra prestes a estacionar à porta do Museu do Teatro. Olham para o lado e reparam em determinado indivíduo. Uma, ao volante, observa e comenta o facto de o indivíduo se encontrar a sacudir vidros do banco da frente do seu veículo. "Olha, assaltaram-lhe o carro", diz. Outra, em co-piloto, constata e muito bem, que tal indivíduo antes está a assaltar o veículo que afinal não é seu. Segundos de silêncio. Trancadas as portas, "o que fazemos?" Ligamos à Polícia e damos umas voltas enquanto isso...". E dão várias voltas à Igreja, subtilmente. Entretanto...
Outra: "Estou? É o seguinte... Eu não devia estar a ligar para aí e sim para a Polícia mas não tenho o número comigo..."
112: MAS O QUE SE PASSA, MINHA SENHORA? (quase em modo de "Porque ééééééé que dizes isso?)
Outra: Tenha calma, eu estou bem. Estou a ver um carro a ser assaltado mas não é nada comigo. (Atentem que a outra acalma senhor aflito do 112, provavelmente sentado à secretária. Imaginando que se tratasse de uma situação de vida ou morte, estávamos bem... )
112: DIGA-ME O QUE SE PASSA! E onde está?
Outra: Em frente ao Museu do Teatro, no Lumiar.
112: (provavelmente à frente de um computador e com ligação à Internet) Tem de me dizer a morada correcta.
Outra: Ouça... estou à frente do Museu e não faço ideia...
Indivíduo dirige-se para outro veículo e parte o vidro. Está a assaltar o segundo. Uma e outra às voltas à Igreja.
Outra: Agora está a assaltar outro carro! Mande vir a polícia!
112: Cardoso, Cardoso, estão a assaltar o segundo. Como é que ele está vestido? (Quem é Cardoso?)
Outra: De verde.
112: E como é o assaltante?
Outra: Está vestido de verde. Calças de ganga e verde. Verde!
Uma, ao volante, ouve repetidamente a palavra verde e não entende o porquê da insistência.
Segurança do Museu do Teatro entra em acção em grande correria atrás do indivíduo. Indivíduo em fuga na direcção de uma e outra e várias coisas lhes passam pela cabeça. Uma acha que pode bloquear o caminho ao indivíduo. Outra que pode abrir a porta do veículo com toda a força e atirar violentamente o indivíduo ao chão. Uma mistura entre Kit de Michael Knight e Jackie Chan nos seus tempos áureos. Nem uma nem outra falam, apenas pensam em como se podiam tornar as heroínas do dia. Congelam as duas.
Ainda em fuga, o indivíduo põe a mão no bolso. Ui, afinal é melhor dar mais uma voltinha à Igreja... Que discrição e subtileza, mais uma vez. Segurança corre atrás dele enquanto das calças retira o cinto que enverga bem alto em tom de ameaça. E corre, corre, agitando os pneus que não o permitem ser mais veloz... O final desta história não é propriamente feliz, pois o indivíduo lá consegue escapar e ficamos sem saber se tal Securita é afinal Cardoso ou não. Mas pelo menos não estacionámos 5 minutos antes, senão o nosso também ia...
Outra: "Estou? É o seguinte... Eu não devia estar a ligar para aí e sim para a Polícia mas não tenho o número comigo..."
112: MAS O QUE SE PASSA, MINHA SENHORA? (quase em modo de "Porque ééééééé que dizes isso?)
Outra: Tenha calma, eu estou bem. Estou a ver um carro a ser assaltado mas não é nada comigo. (Atentem que a outra acalma senhor aflito do 112, provavelmente sentado à secretária. Imaginando que se tratasse de uma situação de vida ou morte, estávamos bem... )
112: DIGA-ME O QUE SE PASSA! E onde está?
Outra: Em frente ao Museu do Teatro, no Lumiar.
112: (provavelmente à frente de um computador e com ligação à Internet) Tem de me dizer a morada correcta.
Outra: Ouça... estou à frente do Museu e não faço ideia...
Indivíduo dirige-se para outro veículo e parte o vidro. Está a assaltar o segundo. Uma e outra às voltas à Igreja.
Outra: Agora está a assaltar outro carro! Mande vir a polícia!
112: Cardoso, Cardoso, estão a assaltar o segundo. Como é que ele está vestido? (Quem é Cardoso?)
Outra: De verde.
112: E como é o assaltante?
Outra: Está vestido de verde. Calças de ganga e verde. Verde!
Uma, ao volante, ouve repetidamente a palavra verde e não entende o porquê da insistência.
Segurança do Museu do Teatro entra em acção em grande correria atrás do indivíduo. Indivíduo em fuga na direcção de uma e outra e várias coisas lhes passam pela cabeça. Uma acha que pode bloquear o caminho ao indivíduo. Outra que pode abrir a porta do veículo com toda a força e atirar violentamente o indivíduo ao chão. Uma mistura entre Kit de Michael Knight e Jackie Chan nos seus tempos áureos. Nem uma nem outra falam, apenas pensam em como se podiam tornar as heroínas do dia. Congelam as duas.
Ainda em fuga, o indivíduo põe a mão no bolso. Ui, afinal é melhor dar mais uma voltinha à Igreja... Que discrição e subtileza, mais uma vez. Segurança corre atrás dele enquanto das calças retira o cinto que enverga bem alto em tom de ameaça. E corre, corre, agitando os pneus que não o permitem ser mais veloz... O final desta história não é propriamente feliz, pois o indivíduo lá consegue escapar e ficamos sem saber se tal Securita é afinal Cardoso ou não. Mas pelo menos não estacionámos 5 minutos antes, senão o nosso também ia...
Wednesday, June 2, 2010
A resposta ao: De virar o pescoço mais do que uma vez"
Tal como relatado aqui há tempos, e para os mais cépticos, aqui vai uma prova da insólita exposição de bidés que afinal são sanitas. Por razões óbvias foi retirada da entrada do distinto Colégio Militar e encontra-se patente no relvado da Junta de Freguesia de Carnide. Para além da vasta colecção de louças sanitárias com uma palete de cores bastante criativa, o autor, até agora desconhecido, criou também uma estrutura com pelo menos 3 metros de altura que não é nada mais, nada menos do que um rolo de papel higiénico gigante.

Monday, May 31, 2010
Sunday, May 30, 2010
Friday, May 28, 2010
Dizeres-insólitos-do-Alheio #1
Transeunte 1 para transeunte 2 com o tom mais seguro do mundo: "Sim, sim... Na época das saladas comes saladas comó c*******".
.
Como assim? Várias dúvidas. Vamos por partes, mais uma vez:
.
a) Primeiro, que delicadeza de discurso para falar de alfaces e cenouras.
.
b) Depois... se existe uma época das saladas, há que saber quando. Será que crescem já temperadinhas nas árvores? Um jeitaço...
.
c) e a mais importante... porque é que o transeunte 2, para além de ser um sósia autêntico do Ghandi, todo ele era verde? Sim, verde.... era mesmo verde! Será que estamos em plena época das saladas e o lambão abusou um pouco?
.
d) Vendo bem, a transeunte 1 até dava ares de Yoko Ono. Agora imaginem o quadro.
.
Too weird.
Subscribe to:
Posts (Atom)





