Últimas estátísticas apontam para um cessar-fogo. Depois de sucessivos ataques sem motivo aparente, contam-se 38 sobreviventes à Canon iR4570. É um final feliz, sem vítimas mortais, com apenas 3 feridos graves e 5 com ferimentos ligeiros que de imediato receberam acompanhamento psicológico pós-traumático.
Tuesday, April 28, 2009
Friday, April 17, 2009
Monday, April 13, 2009
Monday, April 6, 2009
Feira de Chelas Top 3
1. Levem tudo antes que chege a ASAE!
2. Donas, é artigo roubado! Ainda tem o alarme!
3. Não vaias por aí que cais.
2. Donas, é artigo roubado! Ainda tem o alarme!
3. Não vaias por aí que cais.
Friday, April 3, 2009
Ossos do Ofício
Que fique registado que hoje foi o dia em que conheci o grande Zezé Camarinha. Curioso porque também apanhei um verdadeiro escaldão à camionista. Dizia este senhor e muito bem: «Put a cream, your skin is very white».
Não há mesmo coincidências.
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Em jeito de adenda para que não me perguntem a mesma coisa mais vezes: Sim. Dei-lhe duas beijocas. Pronto.
Wednesday, March 25, 2009
Ainda-está-agarrada-ao-pescoço Episódio #9
A criatura ao volante do maquinão a pensar para com os seus botões: «Raio da mota que aí vem atrás. Tal é a barulheira...». Depois de uns soslaios de olhar pelo retrovisor, verifica que não há mota nenhuma. Nem nenhum tunning em perseguição policial. «Mau. Querem ver que é o Subaru? Ooops... 'Qué do tubo de escape?»
O maquinão anda demasiado debilitado. O espalhafato no alcatrão.
Tuesday, March 24, 2009
Momento de Sapiência Popular #9
Bibelot: Palavra francesa que se aplica a um livro de pequeno formato. Muitas colecções de literatura policial, os chamados livros de bolso, ou certas edições de livros clássicos optam por um formato mais pequeno, regra geral por razões comerciais, porque o bibelot deve ser um livro de baixo custo e acessível a todos.
Se bibelot nasce em França com esta reputação, como raios vem acabar no dicionário português com esta?
Legenda: Bibelot Pierrot
Andam na «boa vai ela» (props to Tunfs) e depois dá nisto! Huuum... Boa vai ela. Há que investigar.Friday, March 20, 2009
Há que fazer um ponto da situação
Ponto da situação 1: Bill & Ted + Bill & Ted 2 - o delírio do rock na cabine pública.
Ponto da situação 2: Tenacious D, o Rock dos Infernos - Too much rock n' roll, em busca da palheta perdida.
Ponto da situação 3: Blue Man Group - How to be a Mega Star (Step by step, including random notes as fast as possible by the guitar man)
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O que é que as guitarradas nos quererão dizer? Começo a achar que é perseguição! Brilhantes, os senhores azuis, by the way. Nice concept, nice details. Rir, rir, saltar, braço no ar, rir. Não esperavatanto. Thanks Madri.
Wednesday, March 18, 2009
Oráculo 03/09 _ Lux Frágil nº 06
Quer dizer, até um leão tem etapas evolutivas não é? Ele não nasce propriamente com a coroa na cabeça. Pois então cá estamos nós numa nova fase. Uma proposta para ires mais além, mais dentro, mais alto. É possível que comeces a ver os resultados que desejavas, no dia-a-dia as coisas ocupam o seu lugar, está tudo a bater certo, até és surpreendido com algumas novidades estimulantes, e portanto sentes o desafio de avançar, de mudar, de criar. Uma feliz metamorfose. Eis a proposta do mês. De facto, é mesmo uma real feliz metamorfose, já que é acentuada pela carta do mês. nice. Just trust it. Go.
Normalmente não acredito muito nestas coisas e quando li achei... balelas! Mas pensando bem... até tem feito algum sentido. Nada como saír do Lux e ir taxi a fora a ler horóscopos!
Sunday, March 8, 2009
Friday, March 6, 2009
Momento de Sapiência Popular #8
Pechisbeque é uma boa palavra.
do Ing. Pinchbeck, n. pr.
s. m., liga de cobre e zinco imitando ouro; ouro falso; adornos sem valor;
pop.,
homem sem valor.
do Ing. Pinchbeck, n. pr.
s. m., liga de cobre e zinco imitando ouro; ouro falso; adornos sem valor;
pop.,
homem sem valor.
Se pechisbeque vem de pinchbeck que vem do pinch (beliscar) e beck (do sempre às ordens), não percebo. No entanto a adaptação da palavra para português está ao mais alto nível. Quase tão bom como chamar Tchótchóvaros a uma cidade de nome complicado na Hungria... certo é que não me lembro do nome real. Ou o brasileiro chamar de «estepe» ao pneu suplente do carro... Ou será subsalente? Já sei, assim é que se diz: O Subsalente do Camiôm...
Thursday, March 5, 2009
Wednesday, March 4, 2009
Catraia has a new toy
O sol que se apresse em voltar porque as splanades não perdem por esperar pela Catraia on duty ao ar livre! Quiçá a comer um percebe! O bronze de computador já era.
Tuesday, March 3, 2009
Momento de Sapiência Popular #7
Aqui há tempos arrotei a pior posta de pescada e fiquei intrigada. Pois indaguei e hoje arroto a melhor. Vamos lá saber quem é que afinal arrota as verdadeiras postas de pescada. Ora no Continente, a «Pescada Fresca» está a 13.99€ o Kilo. No Jumbo a posta está a 7.98 o Kg. Com tromba ou não, o elefante é que sabe. Mas quem afinal as arrota é quem se jactancia (citando Orlando Neves, mais uma vez), se gaba da sua importância, vulgo gabarolas, fanfarrão. Isso já todos nós sabemos. A novidade é que na Lisboa do sec. XVI, cada pescada valia 4 gorazes e 6 cavalas ou cachuchos... Parece isto provar que a pescada não era peixe para qualquer bico.
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Ficamos assim a saber que comer pescada é sinónimo de status. Um figurão em qualquer cardápio de restaurante.
Wednesday, February 25, 2009
éme ésse éne
A vida tem coisas engraçadas. Tira-nos e devolve-nos coisas. Às vezes nos momentos não percebes qual das duas está a acontecer.
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sobre coisas claras (ou não tão claras assim) que a Clara explica.
O Entrudo apita e não chocalha.
Tu-ru-tu-tu-tu... Some people staaaaaand in the darkness, afraid to step intooooo the light... Hey Mitch, não bobeia com a boia... Cidjei tá dji olho! ;)
Wednesday, February 11, 2009
A pior posta de pescada
Este blog já teve dias mais agitados. Digamos que a minha vida também já teve dias mais parados. E a qdx é inversamente proporcional a... Nevermind...
Melhores posts virão, um dia destes ;)
Friday, February 6, 2009
Sunday, February 1, 2009
Taaaaaxi!
- Boa noite. É para a Av. Infante Santo, por favor.
-Pfff... que chatice. A sua amiga não ia para mais longe? - pergunta o profissional do volante com ar enfadado.
- Não. Ia para o Marquês.
- Mas ela mora lá?
- Sim. Mas há algum problema? - responde a passageira com «o timbre». Não morava mas não interessa.
O profissional do volante põe o pé a fundo no acelerador e sai-se com a incrível frase:
- Como é que quer que alimente a família com corridas de 4 euros?
É aí que a passageira pensa: Esta conversa não vai a lado nenhum, portanto o melhor é ficar caladinha. E dada a velocidade cruzeiro a que a viatura se desloca, mais vale nem olhar. Semáforos adiante, e debaixo dos cães e gatos que chovem, o profissional do volante trava bruscamente e sai da viatura, dirigindo-se furioso para a do lado. Sem mais nem menos, sem ai nem ui... A passageira não consegue perceber o que diz, mas não deve ter ido desejar feliz Natal a ninguém, visto estar colado ao vidro a esbracejar e a fazer sinais menos próprios. Expelida a fúria, regressa à viatura e diz:
- Não me queria deixar ultrapassar. Mulheres, compreende?
Se a primeira foi incrível, esta é digna de registo. E a passageira ainda paga para ver o espectáculo, já que o taxímetro não perdoa. Cuidado com as novas tácticas destes senhores para combater a crise e levarem em vez de 4, 5 euros por corrida. Desertem da viatura!
Que besta...
Monday, January 26, 2009
O País das Maravilhas
Não ouso comentar o facto de o «Sobe sobe balão sobe», grande êxito com que Manuela Bravo presenteou Portugal em 1979 no Festival da Canção, tenha versões em francês e inglês: «Flying Up with My Balloon» e «Tu t'envoles mon ballon, mon ballon, mon ballon» (como os franceses são redundantes...), levaram a senhora a viver e sonhar com o balão lá fora. Depois de descobrir que os «Xutos e Pontapés» foram um dia os «Beijinhos e Parabéns» e que o público feminino suspirava por António Calvário, nada me choca.
Cor-de-Rosa
"Quando a alegria espreita dentro de nós, apetece-nos encantar o mundo connosco."
Powered by Catarina Portas in Lux Fragil nº5
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Saturday, January 17, 2009
Friday, January 16, 2009
Momento de Sapiência Popular #6
A origem do Palmier. Julgava-se ter nascido em Chamonix. Sim, o verdadeiro Palmier é de lá. Palavra! Foi um amigo meu que me contou. Tentei aprofundar a questão mas não consegui. Não se sabe de onde veio nem para onde vai. Mesmo assim, insisti e cavei mais fundo. Acabei por descobrir que o seu amigo Croissant, leia-se cruassón, é uma palavra francesa, que significa crescente... um pão característico, de massa folhada em formato de meia-lua, feito de farinha, açúcar, blá blá blá blá, com origem atribuída aos padeiros de Viena (austríacos e não franceses, portanto). Conta-se que em 1563, enquanto trabalhavam à noite, estes ouviram o barulho que o inimigo otomano fazia ao cavar um túnel, e ao dar o alarme sobre o que estava acontecendo, conseguiram impedir o êxito do ataque (Isto sim, padeiros valentes) O formato em crescente seria alusivo à bandeira do Império Otomano. Os franceses ainda hoje chamam este tipo de pão amanteigado de «viennoiserie», leia-se vienuáseri. Pois foi Maria Antonieta Josefa Joana Von Habsburgo-Lorena, Marie Antoinette para os amigos, originária de Viena, que introduziu e popularizou o croissant em França, a partir de 1770, onde hoje é um elemento tradicional do desjejum matinal (está o cruassón para o francês como o bacon para o inglês) com uma boa xícara de café com leite.

Legenda: O cruassón no império Otomano. Parecenças inquestionáveis.
O Mil-Folhas sim, um bolo de origem francesa. Está portanto visto que esta história de darem nomes finos aos bolos é tudo uma questão de marketing. Agradecimentos ao Quim e à Wikipédia.
Tuesday, January 13, 2009
Tou mesmo.
b) Depois o do Quitoso.
b) Recordei os cromos do Bollycao
c) ...ouvi um hit de Ministars
d) ...e vi umas cenas do Roque Santeiro.
São 3:20h da manhã e preciso de um seguro para o despertador novo (contra todos os riscos).
b) Recordei os cromos do Bollycao
c) ...ouvi um hit de Ministars
d) ...e vi umas cenas do Roque Santeiro.
São 3:20h da manhã e preciso de um seguro para o despertador novo (contra todos os riscos).
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